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  • Projeto Allegretto – Concertos Didáticos

    Projeto Allegretto – Concertos Didáticos

    02 Set a 11 Nov

    Projeto Allegretto – Concertos Didáticos

    O Centro Cultural UFG recebe, nos meses de setembro, outubro e novembro, a temporada 2026 do Projeto Allegretto. A iniciativa promove concertos didáticos gratuitos, especialmente voltados a estudantes, com o objetivo de ampliar o acesso à música de câmara e estimular novas formas de escuta e apreciação musical.

    Formado por violino (Katlen Santana), violoncelo (Ana Cláudia Assis) e piano (Consuelo Quireze Rosa), o Trio de Câmara Allegretto apresenta diferentes possibilidades sonoras e expressivas desses instrumentos. Entre as obras, os músicos conversam com o público, explicam características do repertório, demonstram os instrumentos e respondem a perguntas dos participantes.

    O formato busca aproximar palco e plateia, tornando a apresentação uma experiência artística e educativa. Além de conhecer aspectos da música de câmara, os estudantes são convidados a perceber como ritmo, melodia, harmonia, intensidade e interação entre os instrumentos contribuem para a construção musical.

    A temporada contará com três apresentações no Teatro do Centro Cultural UFG: no dia 2 de setembro, às 10h; no dia 7 de outubro, às 15h; e no dia 11 de novembro, também às 15h.
    As apresentações são gratuitas e destinadas principalmente a grupos escolares, mediante agendamento prévio e disponibilidade de vagas.

     

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    Biblioteca Central recebe exposição inédita “O que o traço conta”, de Adriana Mendonça

    01 Out a 30 Out

    A Biblioteca Central Prof. Alpheu da Veiga Jardim recebe, em outubro de 2026, a exposição inédita “O que o traço conta”, da ilustradora Adriana Mendonça. A exposição é acompanhada do Cantinho da Leitura Valéria Belém, que integra a programação.

    Reunindo trabalhos desenvolvidos desde 2000, a exposição percorre mais de duas décadas da trajetória de Adriana Mendonça dedicada à ilustração e ao livro.

    Entre os destaques está a expressiva parceria com a escritora Valéria Belém, que resultou em mais de 40 livros presentes na mostra, além de publicações de autoria própria, ao longo desse percurso, outras vozes e encontros também se incorporaram à produção da ilustradora, em trabalhos com autores e parceiros como Tatiana Takeda, Augusta Faro, Clêidna Landivar, Yeda Marquez, Newton Murce e Bartolomeu Campos Queirós.

    Entre palavras e imagens

    Mais do que reunir livros, desenhos, pinturas, aquarelas e esboços dos processos de criação, “O que o traço conta” convida o público a observar as diferentes maneiras pelas quais uma ilustração pode narrar. Na proposta da mostra, ilustrar não significa simplesmente ornamentar uma página ou transformar palavras em desenhos. A ilustração surge como outra forma de leitura, capaz de ampliar sentidos e abrir novas possibilidades para a imaginação.

    Traços, cores, pinceladas, texturas e espaços em branco passam, assim, a participar da construção da narrativa. Entre aquilo que está escrito e aquilo que pode ser imaginado, a exposição convida o visitante a se aproximar da página não apenas como leitor de palavras, mas também de imagens, pausas, gestos, cores e silêncios.

     

    Exposição: O que o traço conta — Adriana Mendonça

    Abertura: 1º de outubro de 2026, às 10h.

    Visitação: 2 a 30 de outubro de 2026, das 7h15 às 21h

    Local: Biblioteca Central Prof. Alpheu da Veiga Jardim — Campus Samambaia/UFG

    Endereço: Av. Esperança, s/n, Chácaras Califórnia, Goiânia – GO

     

    Folder da exposição O que o traço conta

     

     

  • fachada ccufg

    Exposição “Gestos autobiográficos”

    08 Out a 13 Nov

    O Centro Cultural UFG (CCUFG) recebe, a partir de 8/10, a exposição “Gestos autobiográficos”, de Brayan Arantes. A abertura será realizada às 19h, na Galeria de Vidro do CCUFG. A mostra poderá ser visitada gratuitamente de 9/10 a 13/11, das 10h às 17h30.

    Resultado da pesquisa de doutorado desenvolvida pelo artista no Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual (PPGACV) da Universidade Federal de Goiás (UFG), a exposição parte da pintura para investigar como ações, sentimentos, memórias, palavras, rascunhos e objetos podem constituir gestos e participar da construção de uma narrativa autobiográfica.

    Em “Gestos autobiográficos”, Brayan Arantes amplia a noção de gestualidade para além do movimento corporal. Os gestos aparecem também como ações simbólicas e materiais que atravessam o fazer artístico e estabelecem relações entre memória individual, história familiar e experiências de perda.

    A exposição reúne quatro séries pictóricas: “Os Cabelos de Minha Vó São Brancos” (2024), “Árvore Genealógica” (2024), “Os Vestidos de Minha Vó São Pretos” (2025) e “Fragmentos da minha casa de infância” (2026). Em conjunto, os trabalhos percorrem diferentes dimensões da memória familiar e da experiência do luto, tendo como ponto de partida materialidades e lembranças relacionadas à família materna do artista.

     

  • "Cobre do meu pai",  monólogo com Hélio Fróes

    "Cobre do meu pai", monólogo com Hélio Fróes

    08 Out

    "Cobre do meu pai",  monólogo com Hélio Fróes

    No dia 8/10, às 20h, o Centro Cultural UFG recebe o monólogo escrito e interpretado por Hélio Fróes, ator e diretor da consagrada Cia de Teatro Nu Escuro. A entrada é franca, com retirada de ingressos por ordem de chegada.

    No palco, apenas um tapete de couro circular, um tacho de cobre, Hélio Fróes e suas memórias ficcionadas sobre o seu pai. O trabalho é uma jornada pessoal e profunda, que mergulha nas lembranças do ator e dramaturgo.

    “Cobre do meu pai” é um trabalho sutil, minimalista e profundo, que versa sobre identidade e memória, patriarcado e masculinidades. Parte de uma história real que conduz a uma ficção e fabulação de memórias de Hélio sobre o seu pai. “São questões pessoais, mas que também têm uma dimensão universal, na medida em que o trabalho aborda temas com os quais o público também poderá se identificar”, compartilha o dramaturgo.

    No cerne dessa narrativa, encontramos a relação infantil entre Hélio e seu pai, um homem que, aos olhos de uma criança, era um verdadeiro herói. No entanto, à medida que a história se desenrola, descobrimos um passado repleto de sombras e atitudes que questionam essa figura paterna.

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    Seminário Vigilância Integrada no Cerrado

    14 Out a 15 Out

    Participe entre os dias 14 e 15 de outubro do Seminário Vigilância Integrada no Cerrado, que é um evento científico voltado à discussão e ao intercâmbio de conhecimentos sobre sociobiodiversidade e gestão integrada dos recursos naturais.
    O evento reúne especialistas, pesquisadores e demais interessados na temática para a apresentação e discussão de conhecimentos relacionados à vigilância integrada no Cerrado.

    A programação aborda temas que relacionam ciência, conhecimentos tradicionais, saúde, meio ambiente e território, com foco na produção e na integração de informações sobre a sociobiodiversidade, os territórios e as comunidades. Também são discutidos aspectos relacionados à produção de informações e aos processos de tomada de decisão e formulação de políticas públicas na área ambiental.

    Confira o site do evento. 

     

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  • Festivais Unificados EM 2026

    Festivais Unificados EM 2026

    26 Out a 07 Nov

    Festivais Unificados EM 2026

    Em 2026, a Escola de Música da Universidade Federal de Goiás (EM-UFG) celebra a arte e a formação musical com a realização dos seus Festivais Unificados, apresentados sob o mote “Música UFG 70 anos”. O evento reúne dois dos maiores marcos culturais da instituição — o 49º Festival Internacional de Música Belkiss S. Carneiro de Mendonça e o 6º Festival de Música Popular Jarbas Cavendish —, afirmando-se como um dos encontros artísticos e pedagógicos mais relevantes do país.

    Com o propósito de resgatar a memória institucional e projetar o seu futuro, a edição de 2026 encerra as comemorações das sete décadas da EM-UFG. O festival promove o reencontro e a colaboração entre docentes e servidores que já passaram pela Escola de Música, egressos e docentes e discentes da ativa cujas trajetórias contribuíram e têm contribuído para a consolidação e a excelência da música no estado de Goiás.

    Ao longo da programação, a comunidade acadêmica e o público vivenciarão um tempo de intercâmbio cultural e aprimoramento técnico-musical em áreas como performance instrumental, canto, música popular, produção musical, composição, regência, educação musical e musicoterapia.

    Saiba mais informações na página da Escola de Música. 

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A Universidade Federal de Goiás foi fundada em 1960 com a fusão de cinco faculdades já existentes. Com mais de 115 cursos de graduação, mais de 6 mil vagas disponíveis por ano na graduação e ultrapassando os 22 mil alunos, está presente nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Cidade Ocidental e Cidade de Goiás. Além da graduação, a UFG oferece 103 cursos de pós-graduação entre mestrados, doutorados e mestrados profissionais.

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