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Conferência aborda Inteligência Artificial aplicada à saúde

Por Versanna Carvalho . Criada em 23/02/18 15:56. Atualizada em 26/02/18 08:18.

Professor do INF faz palestra sobre inovação em evento da área médica hospitalar

Texto: Versanna Carvalho

Fotos: Carlos Siqueira

A inovação na área médica foi o tema do evento Saúde do Futuro, realizado nos dias 22 e 23/2 pelo Instituto Gyntec de Inovação e o Hospital Israelita Albert Einstein, em Goiânia, que teve a Universidade Federal de Goiás (UFG) entre os apoiadores. O encontro, que reuniu médicos, empreendedores da área de inovação hospitalar e saúde, pesquisadores e estudantes, teve a finalidade de fomentar parcerias entre os participantes.

O professor do Instituto de Informática (INF/UFG), pesquisador nas áreas de aprendizado de máquina e deep learning para big data, Anderson Soares, foi um dos palestrantes convidados. O docente apresentou as ações que a Universidade têm feito para auxiliar as instituições parceiras a realizar inovação relacionada à inteligência artificial (IA) em saúde.

Professor Anderson Soares, INF UFG (editada 2)

Anderson Soares, professor do INF, durante o evento

Soares mencionou como exemplos trabalhos de IA desenvolvidos dentro da Universidade. Um deles, o Deep Cardio, é um aplicativo que permite o diagnóstico de uma possível anormalidade cardíaca a partir da análise da gravação do som do coração, por meio de um estetoscópio com microfone acoplado. Outra solução, que já está bem avançada, consegue detectar precocemente a possibilidade de complicações em diabéticos. “Enfim, mostramos como temos utilizado a inteligência artificial para o que tem sido chamado de medicina do futuro”, resume.

Na avaliação do pesquisador, a UFG tem cumprido o papel de fomentar a inovação nesse setor, no que concerne à escola. Já há, inclusive, parcerias com empresas do segmento de saúde. “A UFG entende a atribuição dela nesse processo e está bem posicionada. Estamos muito felizes em contribuir para que a nossa sociedade em geral não fique desprovida das novidades que vão surgir, principalmente na área da saúde, para a qual existe uma perspectiva muito impactante para os próximos anos”, avalia.

O diretor de inovação do Hospital Albert Einstein, Cláudio Terra, explica que a instituição tem experiência em fazer projetos de co-desenvolvimento de tecnologias. Por uma questão geográfica, a maioria dessas colaborações ocorre com universidades localizadas no estado de São Paulo. “Tipicamente temos dois tipos de parcerias aquelas voltadas à inovação e as acadêmicas. Muitas destas pelo Brasil e pelo mundo com co-publicação e projetos maiores. Em inovação, temos buscado parceiros que estejam interessados em desenvolver produtos em tecnologia e complementamos com nossas habilidades”, comenta.

Em relação à UFG, o executivo comenta ter identificado a equipe do professor Anderson Soares “como um dos pólos de liderança no Brasil” na área de deep learning, inteligência artificial e machine learning. “Estamos nos aproximando via treinamentos, capacitação da nossa equipe e troca de conhecimentos. Quem sabe no futuro, algum projeto de co-desenvolvimento de tecnologia para levar para o mercado”, conclui Terra.

Fonte : Ascom/UFG

Categorias : Última Hora inteligência artificial INF UFG

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