UFG realiza seminário sobre universidades e agricultura familiar
Evento conta com a parceria do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social
Evento conta com a parceria do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social
Chuvas causaram danos à central telefônica da Universidade Federal de Goiás
Técnicos administrativos em educação devem preencher formulário eletrônico até 31/1
Proposta é intensificar o diálogo com unidades acadêmicas e órgãos administrativos da UFG
Solenidade ressaltou importância de aliar tecnologia e humanização na medicina
Lapig vai fazer o georreferenciamento de terras estaduais em território quilombola
Solenidade vai ser realizada no dia 30 de janeiro, no Centro de Cultura e Eventos da Universidade
Estoque do sangue tipo O positivo, considerado doador universal, está em nível crítico
Estudo com participação da UFG com parceria internacional utilizou microdados de Censos Demográficos para a análise
Plataforma "Rede Protetiva" mostra a distribuição de serviços de saúde, educação e previdência em todo o território nacional
Informações vão subsidiar decisões judiciais e administrativas sobre posse e uso do solo na região, respeitando os direitos das comunidades quilombolas
Material formativo reúne experiências pedagógicas que podem auxiliar docentes e pesquisadores
Levantamento mostra quem são as pessoas que se identificam com essa subcultura no Centro-Oeste
Segundo Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Cardiologia, doenças cardiovasculares são a principal causa de mortes no Brasil
Iniciativa busca orientar desde calouros até pós-graduandos sobre a importância do registro acadêmico
Acordo com farmacêutica deve criar produto capaz de reverter intoxicação e overdose por anestésicos
Estudo da UFG identifica barreiras estruturais nos serviços de saúde e assistência social e aponta estratégias coletivas para garantir direitos
Pôr do só reúne narrativas poéticas construídas pela memória
Missão acadêmica fortalece parcerias em projetos de cirurgia robótica e mecanização agrícola
A solenidade será transmitida ao vivo pelo canal do YouTube UFG Oficial. Clique aqui para acessar o link.

Entrada franca - ingressos no Sympla

Festival Palhaçada 2026 marca retorno histórico ao calendário cultural de Goiânia com grandes nomes da palhaçaria brasileira
Evento ocupa o CCUFG com programação gratuita, reúne artistas de várias regiões do país e tem como destaque o espetáculo de encerramento de Luiz Carlos Vasconcelos
Após um hiato de oito anos, o Festival Palhaçada 2026 retorna ao calendário cultural de Goiânia reafirmando seu compromisso com a valorização da palhaçaria e da arte circense. Realizado pela Muralha Criativa, com produção da Zabeiê Economia Criativa e da Lúdica Produções, o festival conta com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, com o apoio institucional da Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Cultura. A programação acontece de 28 de janeiro a 1º de fevereiro, no Centro Cultural UFG (CCUFG), com ingressos gratuitos, disponíveis pelo Sympla, e solicitação de doação de um item de higiene pessoal no dia das apresentações.
O grande destaque desta edição é o espetáculo de encerramento “Silêncio total, Vem Chegando um Palhaço”, protagonizado por Luiz Carlos Vasconcelos, um dos mais reconhecidos nomes da palhaçaria brasileira. Criador do icônico palhaço Xuxu, o artista paraibano construiu uma trajetória marcada pela fusão entre teatro, circo e poesia cênica, sendo referência nacional na linguagem do palhaço contemporâneo. Sua presença no festival reforça o caráter histórico e simbólico do retorno do Palhaçada à cena cultural goianiense.
Segundo o organizador Murilo Garcez, o festival nasce e retorna com um propósito muito claro. “O Festival Palhaçada tem como objetivo divulgar, fortalecer e valorizar a arte da palhaçaria e do circo, com atenção especial à cena produzida em Goiânia. Desde sua criação, ele atua na formação de público, aproximando famílias, crianças e adultos dessa linguagem artística acessível, sensível e potente”, afirma.
A programação reúne espetáculos de diferentes regiões do país, refletindo a diversidade estética e poética da palhaçaria brasileira. A abertura, no dia 28 de janeiro, fica por conta do espetáculo “Inventando
Moda”, da Cia Boca do Lixo, grupo sediado em Anápolis e conhecido por seu trabalho que dialoga com o humor físico, a comicidade popular e o teatro de rua, criando cenas que mesclam improviso, crítica social e interação direta com o público.
No dia 29, o público confere “Mocotó Ohhh!”, da Cia Corpo na Contramão, companhia goiana reconhecida nacionalmente por suas criações que unem palhaçaria, dança e acessibilidade, com forte compromisso com a inclusão e a diversidade sensorial.
Já no dia 30 de janeiro, o festival recebe o artista Francisco Gomide, do Ceará, com o espetáculo “Alecrim no Olho da Rua”. Gomide desenvolve um trabalho autoral ancorado na tradição do palhaço de rua, explorando o riso como ferramenta de encontro, escuta e reflexão, sempre em diálogo direto com o espaço público e o cotidiano das pessoas.
O sábado, 31 de janeiro, contará com duas apresentações. Às 17h, o espetáculo “Eu Preciso de Você”, da Família Santiago Santos, grupo goiano que constrói sua linguagem a partir da palhaçaria familiar, da relação entre gerações e do afeto como motor da cena. À noite, às 20h, o público confere “Ruma de Riso”, espetáculo coletivo concebido especialmente para esta edição do festival, reunindo artistas da palhaçaria goiana — tanto nascidos no estado quanto criadores que escolheram Goiânia como território de atuação artística.
Sobre essa criação inédita, Murilo Garcez destaca o caráter simbólico e político da proposta. “‘Ruma de Riso’ é um gesto de valorização da palhaçaria e do circo produzidos em Goiás. É uma montagem que celebra a diversidade, a força e a vitalidade da cena local, afirmando a cidade como um território fértil para a criação circense”, ressalta.
O encerramento acontece no dia 1º de fevereiro, às 18h, com Luiz Carlos Vasconcelos no espetáculo “Silêncio Total, Vem Chegando Um Palhaço”, reafirmando a tradição do Festival Palhaçada em promover o encontro entre artistas consagrados e novas gerações. “A edição de 2026 marca o retorno do festival como um ato de resistência e continuidade. Mesmo diante de dificuldades orçamentárias, reafirmamos nosso compromisso com a cultura, com a formação de público e com a valorização dos artistas da cidade”, conclui Murilo.
Todos os espetáculos são livres para todos os públicos e acontecem no CCUFG, que tem capacidade limitada. A organização reforça a importância de que o público retire ingresso apenas se tiver certeza da presença, garantindo o acesso democrático e o fortalecimento da cena cultural local.
Ficha técnica Festival Palhaçada 2026:
Direção Geral: Murilo Garcez
Produção Executiva: Lidiane Carolina Diniz Naves e Marci Dornelas
Produção técnica: Everson Alcântara
Cobertura fotográfica: Layza Vasconcelos
Cobertura audiovisual: Sérgio Valério e Andréia Miklos (Fora da Lei Rádio TV e Cinema) Realização: Muralha Criativa
Produção: Zabeiê Economia Criativa e Lúdica Produções
(Fonte: Agência Lumieira)
A solenidade será transmitida ao vivo pelo canal do YouTube UFG Oficial. Clique aqui para acessar o link.



Inscrições gratuitas
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UFG realiza 1º Seminário Internacional Universidades e Agricultura Familiar
Evento conta com a parceria do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e terá a presença do ministro Wellington Dias na solenidade de abertura
A Universidade Federal de Goiás (UFG) vai realizar na próxima quinta e sexta-feira (5 e 6/2) o 1º Seminário Internacional Universidades e Agricultura Familiar. A iniciativa está sendo feita em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), no âmbito da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, com apoio da Reunião Especializada sobre Agricultura Familiar do Mercosul (REAF Mercosul). A abertura institucional está marcada para a quinta-feira (5/2), às 11 horas, e contará com a presença do titular do MDS, ministro Wellington Dias.
O seminário tem como tema central “A integração do ensino, pesquisa e extensão como estratégia para a construção da soberania e segurança alimentar e nutricional”. O objetivo do simpósio é mapear, sistematizar e analisar políticas públicas voltadas à soberania e à segurança alimentar e nutricional, bem como à mitigação da fome e da pobreza, com base em evidências e experiências concretas implementadas na América Latina, com ênfase nos países do Mercosul. A proposta é fortalecer o papel das universidades e da cooperação internacional na construção de soluções estruturantes para os sistemas alimentares.
Programação
A programação contempla momentos em plenária, conferências e grupos de trabalho (GTs), organizados em quatro eixos temáticos estratégicos:
A coordenadora-geral do seminário é a ex-secretária de Relações Internacionais da UFG e professora da Faculdade de Odontologia, Rejane Ribeiro-Rotta. Ela ressalta que “os grupos de trabalho serão espaços centrais de diálogo e troca de experiências, reunindo especialistas, gestores públicos, pesquisadores e representantes institucionais, com vistas à construção coletiva de um portfólio de políticas públicas que contribua para o fortalecimento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza”.
Histórico
A UFG tem um histórico de décadas de atuação no enfrentamento da fome e da pobreza, com projetos voltados à alimentação escolar, ao fortalecimento da agricultura familiar e ao desenvolvimento de tecnologias para a redução das desigualdades e da insegurança alimentar.
Em dezembro de 2024, foi uma das primeiras universidades federais a integrar a Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza. Um ano depois, no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), com a presença do ministro Wellington Dias, a UFG assinou um Termo de Execução Descentralizada (TED) no valor de R$ 500 mil para a realização do 1º Seminário Internacional Universidade e Agricultura Familiar, na UFG.
De acordo com informações do site do MDS, a Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza foi criada em 2024 e foi proposta pelo governo do Brasil que à época presidia o G20. A Aliança tem a missão de erradicar a fome, a pobreza e reduzir desigualdades até 2030.

Tolentino apresenta exposição que retrata modelos de arquétipos
O artista inaugura mostra com trabalhos inéditos no Centro Cultural da UFG
Após oito anos sem realizar uma exposição individual, o artista plástico Tolentino abre na próxima segunda-feira (1/12), às 19 horas, na Galeria de Vidro do Centro Cultural da UFG (CCUFG), a mostra individual “Arquétipos”. Para esse trabalho, o artista criou 15 pinturas inéditas em acrílico sobre tela, que refletem alguns padrões de comportamento associados a personagens que possuem um grande poder de influenciar outras pessoas. Os arquétipos são modelos ou personagens que representam qualidades ou ações humanas, que encontram ecos na psicologia junguiana, bem como na filosofia antiga, na mitologia grega e em histórias, contos de fadas e lendas de diferentes culturas ao redor do mundo.
Segundo Tolentino, a ideia de representar os arquétipos surgiu há alguns anos, quando trabalhava com cenários. Ao reparar uma cabeça em isopor, usada como porta peruca, lembrou-se da pintura renascentista do pintor italiano Piero della Francesca; fez um desenho, depois outro e mais outro e por fim, percebeu que havia algo de interessante naqueles trabalhos: todos evocavam uma aura retratista do Renascimento, mas também falavam de modelos arquetípicos. No final do ano passado, o artista reviu os desenhos e decidiu pintá-los. Para ele, diante de um contexto de exaltação da personalidade e a necessidade de afirmação pessoal, potencializada pelas redes sociais, surge a busca de um modelo para reforçar essa “identidade”, modelo que acaba trazendo à luz os arquétipos. “Discorrer o assunto arquétipos pelo olhar artístico visual é um campo fecundo de possibilidades que permitem uma conexão direta e de fácil comunicação multicultural e tão contemporânea”, afirma.
Cada uma das 15 telas apresenta 15 arquétipos diferentes, todas com paspatur pintado e moldura, dando um visual mais refinado às obras e, ao mesmo tempo, sugerindo um acabamento de retrato familiar.
A exposição tem curadoria de Alexandre Liah e é patrocinada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Goiânia. A mostra segue em cartaz até o dia 30 de janeiro.
Sobre o artista
Tolentino é artista plástico há mais de 40 anos. Sua produção aborda temas relacionados à figura humana a partir de um questionamento atemporal e lúdico pelo viés de uma pintura figurativa de finas camadas de cores vibrantes e desenho estilizado com linhas que ganham espaço e autonomia. Sua carreira se desenvolve em pesquisa no fruir estético contemporâneo que em alguns momentos permeia entre o real e o surreal.
O artista já participou de diversas exposições em Goiânia e na Europa, onde manteve residência artística por dois anos. Atualmente, ele vive na capital goiana, onde trabalha como artista plástico, cenógrafo, ilustrador e professor.
Roda de Conversa
Paralelamente à exposição, acontece na quinta-feira, (4/12), às 19h, na Sala Multiuso do CCUFG, a roda de conversa “Arquétipos e Arte: discutindo e entendendo as imagens artísticas dos arquétipos” com a presença do artista e do curador da exposição, além da participação da escritora, professora da UFG e pesquisadora na área de cultura, arte, imagem e imaginário, Valéria Cristina; do escritor, professor de Filosofia e Filósofo Clínico pelo Instituto Packeter, Will Goya; e do pós-graduando em Psicologia Junguiana, músico e pesquisador de linguagens simbólicas, Aderson Maia. A atividade é aberta ao público.
Entrada gratuita
Classificação indicativa livre




O Volume da Chuva é que Decifra o Dilúvio
Artistas convidados criam obras inéditas em diálogo com o acervo do CCUFG, que celebra 15 anos de história
O Centro Cultural UFG (CCUFG) celebra seus 15 anos com a exposição O Volume da Chuva é que Decifra o Dilúvio: diálogos contemporâneos no CCUFG, com curadoria de Paulo Duarte-Feitoza. O título da mostra parte de um verso do poema Vaga litúrgica, do goiano Pio Vargas, para pensar a construção da memória institucional como processo de acúmulo, cuidado e transformação, tal como a chuva cujos pequenos volumes anunciam o dilúvio.
A exposição reúne 30 artistas e propõe ativar o acervo do CCUFG – um dos mais importantes patrimônios de arte contemporânea de Goiás – por meio de diálogos entre obras do acervo e produções inéditas. Seis artistas que ainda não integram a coleção foram especialmente convidados a escolher uma obra do acervo e, a partir dessa relação, criar um novo trabalho. As obras resultantes serão doadas ao Centro Cultural UFG, ampliando e diversificando o acervo público da Universidade.
Os artistas convidados são Adriana Mendonça, Benedito Ferreira, Emilliano Freitas, Fernanda Adamski, Genor Sales e Odinaldo Costa. Cada um dialoga respectivamente com Ana Maria Pacheco, Humberto Espíndola, Beatriz Milhazes, Octo Marques, Dalton Paula e Rava, instaurando encontros entre distintas temporalidades, linguagens e trajetórias artísticas.
Ao lado desses diálogos comissionados, integram a exposição obras de Anahy Jorge, Angelo Venosa, Carlos Sena, Chantal DuPont, Cildo Meireles, Eduardo Berliner, Enauro de Castro, Evandro Soares, Glayson Arcanjo, Helô Sanvoy, Juliano Moraes, Leda Catunda, Luiz Mauro, Marcelo Solá, Paulo Veiga Jordão, Selma Parreira, Tomie Ohtake e Yara Pina. O conjunto reafirma a força e a diversidade das produções reunidas ao longo dos quinze anos do CCUFG como espaço público de cultura, pesquisa e formação artística.
Ao promover encontros entre diferentes gerações e modos de criação, O Volume da Chuva é que Decifra o Dilúvio reposiciona o acervo como organismo vivo, poroso e em constante transformação. Para o curador, professor e coordenador de Artes Visuais do CCUFG, Paulo Duarte-Feitoza, “este é um momento de reencontro entre a cidade e o acervo do CCUFG. O colocamos novamente no centro da programação, reafirmando sua importância não só como repositório, mas como um ponto de encontro vivo, que conecta o passado com seu presente. Ao provocar esse encontro entre diferentes gerações, procuramos ampliar a leitura do acervo e afirmar seu lugar como patrimônio público em constante transformação e atualização. Cada gesto, cada nova obra, contribui para que a história do acervo continue a crescer.”
A exposição destaca a importância do patrimônio artístico da UFG e reforça a necessidade de preservá-lo, estudá-lo e ativá-lo como parte fundamental da vida cultural do Estado de Goiás. A mostra marca não apenas uma celebração, mas o gesto de responsabilidade institucional: olhar para o acervo como campo de relações, lugar de memória e espaço de criação contínua. Como a chuva que se acumula e se transforma, a história de um acervo público se faz pelo cuidado e pelo diálogo constante com o presente.
Serviço
Exposição: O volume da chuva é que decifra o dilúvio: diálogos contemporâneos no acervo CCUFG
Curadoria: Paulo Duarte-Feitoza
Período de visitação: 15/12/2025 a 14/2/2026
Horário de visitação: Segunda a sexta, das 10h às 17h30
Local: Centro Cultural da UFG (CCUFG)
Endereço: Av. Universitária, 1533 – Setor Universitário, Goiânia (GO)
Entrada gratuita
Classificação indicativa livre
(Fonte: CCUFG)

Serviços
A Universidade Federal de Goiás foi fundada em 1960 com a fusão de cinco faculdades já existentes. Com mais de 115 cursos de graduação, mais de 6 mil vagas disponíveis por ano na graduação e ultrapassando os 22 mil alunos, está presente nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Cidade Ocidental e Cidade de Goiás. Além da graduação, a UFG oferece 103 cursos de pós-graduação entre mestrados, doutorados e mestrados profissionais.

Galeria de Fotos
Câmpus Samambaia
Avenida Esperança s/n
Câmpus Colemar Natal e Silva
5ª Avenida - Setor Leste Universitário
Avenida Bom Pastor, S/n - Setor Areião, Goiás
Estrada Municipal, Quadra E Área Lote 04, Bairro Fazenda Santo Antônio, Aparecida de Goiânia - GO
Rua SQ 16, Qd. 2, Lotes 55/56. Centro. Cidade Ocidental - GO, 72880-590