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Prêmio Fesbe 02

Estudo da UFG é reconhecido por prêmio nacional de inovação

Por Caroline Pires. Criada em 13/09/16 08:24. Atualizada em 13/09/16 08:34.

Pesquisa interdisciplinar da UFG visa identificar novos fármacos para o tratamento de doenças neurodegenerativas

Texto: Caroline Pires

Fotos: Divulgação

 

Uma pesquisa interdisciplinar da UFG, com o objetivo de planejar a produção e os efeitos de protótipos de fármacos para o tratamento de doenças neurodegenerativas, recebeu o 3º lugar do Prêmio Biozeus de Inovação para o Mercado. O estudo é desenvolvido pelo Instituto de Ciências Biológicas (ICB) e a Faculdade de Farmácia (FF) e o prêmio foi entregue durante a XXXI Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental - FeSBE, realizado em Foz do Iguaçu no início do mês de setembro.

A mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas, Hiasmin Franciely da Silva Neri, apresentou, em parceria com diversos outros pesquisadores da UFG, o trabalho intitulado Avaliação do Perfil Antioxidante de Novos Candidatos a Protótipos de Fármacos LQFM180, LQFM181 e LQFM183 para o tratamento de doenças neurodegenerativas. Segundo Hiasmin Neri, a pesquisa ainda é principiante e muitos são os passos a serem dados para a efetivação do uso das substâncias para fins terapêuticos. “Esses são dados iniciais, mas indicam o potencial das moléculas para a continuidade de estudos mais complexos, como os estudos de fase clínica. Por isso, estamos otimistas com o potencial dos compostos para as pesquisas seguintes”, explicou a aluna.

O estudo interdisciplinar envolve a parceria dos seguintes laboratórios de pesquisa: Laboratório de Farmacologia Bioquímica e Molecular - Professor Paulo César Ghedini (Orientador); Laboratório de Química Farmacêutica Medicinal - Professor Ricardo Menegatti (co-orientador); Laboratório de Farmacologia de Produtos Naturais e Sintéticos - Professor Elson Alves Costa e Laboratório de Histofisiologia - Professora Fernanda Cristina Alcântara dos Santos. 

Desafios

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, em 2050 haverá mais idosos do que menores de 15 anos no mundo. Com o envelhecimento da população, as doenças neurodegenerativas tem apresentado uma incidência elevada e se apresenta ao mesmo tempo como um desafio à ciência. Atualmente não existe tratamento que possibilite a cura de doenças como Alzheimer ou Parkinson.

Assim sendo, essa pesquisa para a avaliação do perfil de novas moléculas que possam apresentar potencial farmacológico para o tratamento de doenças neurodegenerativas é necessária e cada vez mais urgente. Hiasmin Neri destaca ainda que a pesquisa, tem demonstrado que algumas das moléculas em estudo atuam em sistemas celulares afetados por estas doenças, de forma a prevenir ou a inibir o progresso das lesões.  A premiação serviu como estímulo para a continuidade e o aprofundamento dos estudos que vem sendo realizados visando, sobretudo, os possíveis benefícios à sociedade.

 

Prêmio Fesbe

Cerimônia de premiação foi realizada em Foz do Iguaçu, no Paraná

Fonte : Ascom/UFG

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