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UFG discute implementação do teletrabalho 

Em 28/07/22 16:01. Atualizada em 29/07/22 10:50.

Após confecção da minuta pela Comissão o documento será debatido com os servidores antes de ser encaminhado ao Consuni

Foto: Carlos Siqueira

Na quarta-feira (27/7) foi realizada uma reunião para discutir e sanar dúvidas sobre a implementação do teletrabalho na UFG. O encontro contou com a participação da reitora Angelita Pereira de Lima, do vice-reitor Jesiel Carvalho, e do pró-reitor de Gestão de Pessoas e presidente da Comissão de Avaliação do Teletrabalho, Everton Wirbitzki da Silveira. O intuito foi ouvir as reivindicações e pensar coletivamente em soluções a serem aplicadas. 

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A Comissão de Avaliação do Teletrabalho está preparando uma minuta do documento que deve estabelecer as normas para a modalidade. Após esse momento, deve ser estabelecido um cronograma de debates entre a gestão e os servidores para discussão do documento. Só então a proposta de resolução deve ser levada ao Conselho Universitário (Consuni), que deve avaliar as condições propostas e viabilizar a minuta. O processo de formalização contará com o aval das unidades e com um círculo de debate contínuo para que todas as partes possam ser atendidas. Além disso, foi destacado a possibilidade de revisão do documento após a sua instauração.

Desse modo, antes mesmo do teletrabalho ser implementado, é necessário que seja realizado um diagnóstico que estabeleça as demandas da Universidade, bem como as áreas que serão afetadas. Um dos pontos centrais da discussão diz respeito aos impactos na vida dos trabalhadores, por isso é de extrema importância que a questão promova transparência e seja capaz de atender e informar a todos.

Segundo Everton, a Instrução Normativa nº 65/2020, que estabeleceu o teletrabalho durante a pandemia em 2020 e todos os desdobramentos da pandemia, intensificaram a discussão da modalidade. Diante disso, a Reitoria propôs a apresentação de um cronograma para as próximas reuniões, com o objetivo de dar continuidade ao que foi exposto e aproximar as necessidades dos prestadores de serviços com as normas da instituição.

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Fonte: Secom UFG

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