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Alunos da UFG desenvolvem robô com peças populares e acessíveis

Em 04/07/22 16:10. Atualizada em 04/07/22 16:10.

Ele poderá ser usado para serviços que exigem deslocamento e carregamento de cargas de até 200kg

Texto: Alessandra Lobato 

Foto: Bia Rezende

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O Robô H2, equipamento móvel com plataforma desenvolvido pela equipe de alunos da Universidade Federal de Goiás (UFG), foi apresentado aos servidores do Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO), instituição parceira da Universidade. O robô pode ser controlado remotamente e possui suporte para sensores e acessórios, que podem ser adaptados de acordo com as necessidades.

Segundo a equipe desenvolvedora, formada pelos estudantes Guilherme Galindo e Luis Fernando (Engenharia de Computação), Hanrry Patrick (Engenharia Mecânica), Victor Emanuel (Inteligência Artificial), e o coordenador do mestrado profissional em Administração Pública (Profiap), Solon Bevilacqua, a estrutura do robô poderá ser utilizada para quaisquer necessidades públicas, o que economizará tempo e dinheiro.

“O robô poderá ser utilizado em qualquer tipo de missão que demande deslocamento. Em uma conversa com o pessoal da área de Engenharia e de TI, pensamos inicialmente que o equipamento seria usado para a inspeção de rodovias para saber, por exemplo, como estão as anomalias de uma estrada, se o material empregado estava dentro das especificações. Ele pode ser equipado com GPS, trafegar de forma autônoma e também pode ser controlado. Ainda é uma experiência da área de tecnologia, mas que tem muito emprego pela frente”, afirmou o professor Solon.

Além de fácil adaptação para qualquer terreno, com uma simples troca de pneus, por exemplo, há a possibilidade de anexar múltiplos sensores e equipamentos. O Robô H2, cujo nome é uma alusão ao bloco e à sala onde foi concebido na UFG, é capaz de suportar cargas com peso de até 200 kg e consegue receber comandos do usuário por meio de rede Wi-Fi. O robô de quatro rodas lembra uma plataforma e é feito de peças populares e acessíveis, o que permite a facilidade na reposição e um baixo custo para a construção e adaptação.

 

Fonte: TCE-GO

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