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Vacinar é cuidar de si e do outro

Em 29/10/21 10:24. Atualizada em 29/10/21 17:21.

Consuni UFG conclama toda a sociedade a aderir ao esquema vacinal completo contra a covid-19

No decorrer do ano de 2020, acompanhamos o desenvolvimento de estudos científicos para a produção de vacinas contra a covid-19. A vacinação, por meio da autorização de uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), iniciou no Brasil em 17 de janeiro de 2021, quando o país já contava com 210 mil mortos pela doença.

Órgãos nacionais e internacionais recomendam a vacinação contra a covid-19 em prol da saúde coletiva, na busca pela redução de vírus circulante e de quantitativo de casos graves e de óbitos associados. Cada vacina contra a covid-19 administrada representa uma dose de esperança de superação da pandemia, a qual reforçou as desigualdades sociais no nosso país e tem provocado repercussões que marcam nossa história, impactando no social, educacional, econômico, cultural, político, epidemiológico, saúde, emocional, relacional e vários outros aspectos. A confiança na vacina precisa ser mantida e o seu rápido desenvolvimento representa um importante avanço da ciência e da saúde pública.

Ao longo da história pode-se verificar a eficiência das vacinas na redução da mortalidade. Pode-se fazer um paralelo entre a vacina contra covid-19 e a vacina contra o sarampo. Os vírus responsáveis por ambas as patologias são altamente contagiosos e ocasionam casos graves e elevado número de óbitos associados. A vacina contra o sarampo, fornecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), foi introduzida no Brasil na década de 1960 e com a adesão ampliada da vacinação, a doença foi completamente erradicada em 2016. No entanto, com a diminuição da cobertura vacinal, o número de casos e de óbitos aumentou desde 2018, com o maior número de casos notificados em 23 anos.

Da mesma forma, a não adesão à vacinação contra a covid-19 significa se expor ao risco e expor o outro. Estamos em um ambiente que se produz ciência e qualquer tipo de negação da vacinação é, no mínimo, uma incoerência! É duvidar da nossa capacidade enquanto pesquisadores que somos, é duvidar da ciência e dos avanços nessa área. É desacreditar, em pleno século XXI, que a vacinação é uma medida essencial para prevenir e controlar importantes agravos desta doença, assim como foi e é para varíola, hepatite A, hepatite B, caxumba, rubéola, coqueluche, tuberculose, dengue, tétano, difteria, poliomielite, meningite.

A hesitação em se vacinar contra a covid-19 representa, principalmente, risco para a saúde da própria pessoa que se nega a aderir a uma medida essencial de prevenção e de controle. Significa também, o descaso com a saúde da coletividade e do esforço de todos aqueles que já se vacinaram, em controlar essa pandemia que já ceifou mais de 600 mil vidas no Brasil.

Conclamamos toda a sociedade e comunidade universitária (estudantes, docentes, técnicos-administrativos, terceirizados) para aderir ao esquema vacinal completo contra a covid-19, que já têm impactado na redução de casos graves e de óbitos relacionados. Essa essencial estratégia, permitirá, garantir a ampliação do retorno das atividades acadêmicas presenciais de forma segura para toda a comunidade universitária.

A UFG, sempre atenta à preservação da vida, vem adotando todas as medidas de prevenção e disponibilizou um protocolo de biossegurança para o desenvolvimento de atividades presenciais. A UFG, nos diversos níveis de gestão, está envidando todos os esforços para garantir as condições para um retorno seguro, mas as medidas adotadas para o coletivo da Universidade só serão efetivas se cada pessoa assumir o seu papel e a sua responsabilidade.

Em prol de um retorno presencial seguro, que garanta a proteção ao nosso bem maior - a vida - devemos nos comprometer e adotar todos os protocolos de biosegurança e, principalmente, vacinar.

Vacinar é um ato de respeito a você e ao outro!

Cuidar de si é cuidar do outro!

Fonte: Consuni UFG

Categorias: Notícias CONSUNI SOC