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O desafio de empreender e inovar em Goiás

Por Caroline Pires. Criada em 05/06/18 10:50. Atualizada em 06/06/18 08:06.

Evento reuniu universidade, empreendedores e mercado para fomentar boas práticas de inovação no estado

Texto: Caroline Pires

Foto: Adriano Justiniano

 

Empreender e inovar é um constante desafio, seja pela inexperiência profissional ou falta de planejamento, todos aqueles que se dispõe a ingressar nessa área precisam de apoio, orientação nos primeiro passos e auxílio financeiro. Foi visando apresentar ferramentas para preencher essas lacunas que a Rede Goiana de Inovação realizou hoje, 5/6, o 3º Inova Day. O encontro reuniu incubadoras, aceleradoras, núcleos de inovação tecnológica, universidade e demais interessados no tema visando promover a troca de experiência na área. As atividades irão durar todo o dia e são realizadas na sede do Sebrae.

Emília Rosângela Pires, presidente da Rede Goiana de Inovação e gerente do Centro de Empreendedorismo e Inovação (Cei/UFG), destacou a importância de eventos como este para reunir e promover ambientes de inovação. "Mais do que troca de experiências, queremos apresentar as novidades da área com o objetivo de fomentar boas práticas de inovação em Goiás", frisou. Emília Pires é também diretora de administração e finanças da  Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

Emanuel Cruz, egresso do curso de Administração da Universidade Estadual de Goiás,  destacou a importância de que seja fomentada cada vez mais a aproximação entre universidade e mercado, "minha empresa nasceu como desdobramento de uma pesquisa aplicada na universidade", frisou. Desde o ano passado o administrador mantém a Start Up Lumys, para o desenvolvimento de sistema de análise de aprendizagem integrado a jogos digitais, incubada no Programa de Incubadoras de Empresas (Proin/UEG).

 

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Na ocasião, João Teodoro Pádua apresentou a estrutura de pesquisa e inovação da UFG

 

Experiência no Vale do Silício

A primeira atividade do encontro foi uma mesa-redonda onde os participantes apresentaram suas impressões sobre a missão realizada em março desde ano e que contou com 40 representantes de instituições do estado de Goiás.  A fala inicial foi de Lázaro Xavier, presidente da Fundação de Desenvolvimento de Tecnópolis de Goiás que destacou que toda inovação deve visar o bem estar dos indivíduos e a garantia de que cada um tenha o acesso ao melhor serviço e produto possível. Segundo ele a indústria 4.0 desponta como um caminho natural para aumentar a competitividade do setor por meio das tecnologias digitais. "Quem não inova irá acabar saindo do mercado, isso é fato", concluiu.

Já João Teodoro, diretor do Parque Tecnológico Samambaia da UFG, defendeu a importância de missões como a realizada em março para promover o networking e a troca de ideias entre os participantes. Ele destacou ainda que durante a viagem pôde ser percebido o espírito colaborativo e de cooperação entre as empresas do Vale do Silício . Em sua fala João Teodoro lembrou o desempenho da UFG nesta área, "fico feliz por perceber que estão sendo quebradas a cada dia as barreiras entre universidade e empresa", completou.

Haroldo Reimer, reitor da Universidade Estadual de Goiás (UEG), defendeu que o ambiente próspero e bem sucedido do Vale do Silício se deve especialmente pela sinergia de três fatores: presença das universidades, investimento governamentais e disposição dos empresários.

 

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Reitor da UEG defendeu a necessidade de cooperação entre universidades, mercado e goveno

 

Fonte: Secom/UFG

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