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Papel da mulher é debatido no Março Mulher Institucional 2018

Por Caroline Pires. Criada em 07/03/18 15:27. Atualizada em 09/03/18 12:49.

Na solenidade de abertura do evento, a professora da Faculdade de Informação da UFG, Luciene Dias, ministrou palestra sobre a representatividade da mulher no espaço institucional e público

Texto: Versanna Carvalho

Fotos: Ana Furtado

A solenidade de abertura do Março Mulher Insterinstitucional 2018 foi realizada na terça-feira (6/3), no Auditório da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás (FO-UFG), com as presenças da vice-reitora da UFG, Sandramara Matias, da diretora de Relações Étnico-raciais do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativo em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior em Goiás (Sint-Ifes-GO), Michely Coutinho, do diretor de Gestão de Pessoas do Instituto Federal Goiano (IF Goiano), Luis Antônio Martins, da diretora-executiva do Instituto Federal de Goiás (IFG), Adriana dos Reis, da diretora de Assuntos Educacionais do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg), Geovana Reis, e da presidente do Diretório Central dos Estudantes de Goiás (DCE-GO), Rebeca Calgaro.

Na sequência, a professora da Faculdade de Informação da UFG, Luciene Dias, ministrou a palestra intitulada Mulher, representatividade e o institucional como espaço público. “A minha intenção é tentar despertar para a pluralidade que marca todas as mulheres e ressignificar essa forma tão fácil com que as pessoas categorizam a mulher, como se todas fôssemos iguais”, afirma. A docente ressaltou que, além serem plurais e múltiplas, as mulheres têm demandas à sociedade como um todo. “A principal delas é o fim do machismo, da misoginia e de todas as formas de opressão”, completou.

MMI 2018 Abertura - Luciene Dias

Luciene Dias: em defesa da pluralidade e das diferentes demandas da mulher à sociedade

Para Sandramara Matias, o Março Mulher Insterinstitucional 2018 é de grande relevância, não apenas por ser resultado do esforço coletivo das entidades parceiras, mas principalmente, por Goiás ser o Estado que ocupa a primeira posição em violência doméstica contra as mulheres. A vice-reitora destacou a força do simbolismo do Dia Internacional da Mulher e do mês de março no sentido de chamar a atenção para a temática. Ela acredita que eventos como o Março Mulher Interinstitucional 2018 são importantes na construção de posturas diferentes dentro da universidade.

A educadora observou que a UFG tem se empenhado para enfrentar essas questões no âmbito da Universidade. “Aprovamos recentemente uma resolução que trata de assédio moral, sexual, violência e preconceito prevendo sanções. Essa resolução previa a criação de uma comissão permanente para acompanhar essas questões na Universidade, sob a minha presidência com participação da Adufg, Sint Ifes, DCE, APG, das Regionais de Jataí, Catalão e Cidade de Goiás. A primeira reunião do ano foi na semana passada, quando aprovamos a campanha contra assédio sexual que vai ser lançada dentro do Março Mulher Institucional, na próxima semana, dia 14, no Pátio das Humanidades, às 10h e às 19h30”, contou.

Um dos objetivos da comissão é ajudar a UFG a fazer frente de forma efetiva a qualquer tipo de discriminação, preconceito, violência, de assédio moral e assédio sexual. “Nosso intuito é o de criar um ambiente onde as pessoas respeitem as diferenças e considerem a importância e o papel de cada um no contexto de uma Universidade”, concluiu.

Fonte : Ascom/UFG

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