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Ipês embelezam Câmpus Samambaia

Atualizado em 14/11/13 13:05.
A árvore característica do cerrado floresce, no período da seca, no câmpus II da UFG. A flor símbolo nacional é nativa da região neotropical que vai do México até o norte da Argentina, incluindo as ilhas do Caribe.

O Câmpus II da UFG, que possui uma área de quase cinco mil m2, está enfeitado por várias árvores do gênero Tabebuia, da família das bignoniáceas, espécies conhecidas no Brasil como ipê, que em tupi-guarani, significa "árvore de casca grossa". Os famosos ipês coloridos que florescem nessa época do ano são nativos da região neotropical, que vai do norte do México até o norte da Argentina, incluindo as ilhas do Caribe.

A árvore do ipê é alta, podendo chegar até 30 m (na cidade, em locais abertos costumam medir cerca de 15 m). Na época de floração, perde totalmente as folhas para dar lugar às flores das mais variadas cores (brancas, amarelas roxas ou rosa) com belas manchas coloridas.

A professora da Escola de Agronomia (EA) Larissa Leandro Pires explica que a espécie característica do cerrado é a tabebuia caraíba, nome científico dos ipês amarelos do Câmpus Samambaia. Ela lembra ainda que o câmpus também tem árvores nas cores branca e rosa. Pela exuberância de sua floração, o principal uso do Ipê é ornamental, apesar de eventualmente ser aproveitada a sua madeira.

Originária do cerrado, a espécie não precisa de muita água. Como explica a professora Larissa, de uma maneira geral todas as espécies de Ipê florescem na seca, e por volta dos meses de setembro e outubro as sementes germinam porque ganham água o suficiente, período do início das chuvas.

Por muito tempo, o ipê foi considerado a árvore nacional brasileira. Contudo, no dia 7 de dezembro de 1978, a lei nº 6507 declarou o pau-brasil a Árvore Nacional e, a flor do ipê, a flor do símbolo nacional.

Fonte : Ascom/UFG

Categorias : Curiosidade

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