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Bem-estar das pessoas idosas é tema de mesa-redonda na UFG

Por Wanessa Olímpio. Criada em 30/09/15 17:27. Atualizada em 01/10/15 08:43.

Aceitar que o envelhecimento como um processo natural foi um dos enfoques do debate

 

Texto: Wanessa Olímpio
Foto: Adriana Silva

Ocorreu na tarde desta quarta-feira, (30/9), no Miniauditório Luiz Palacín da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da UFG a mesa-redonda Pessoas Idosas: saúde e bem-estar, que encerrou o primeiro Seminário sobre Envelhecimento Social. A mesa foi composta pela professora da Faculdade de Educação Física e Dança (FEFD) da UFG, Vanessa Helena Dalla Déa, e pela subcoordenadora de Atenção à Saúde do Idoso (SES-GO), Marilene Gonçalves.

Vanessa Dalla Déa apresentou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o crescimento do número de idosos em Goiás. Segundo ela, na década de 80, 4,5% dos goianos eram idosos e em 2013 o índice cresceu para 9,6%. A professora se mostrou preocupada com a forma com que pessoas com mais de 60 anos estão sendo tratadas e representadas na sociedade: “Envelhecer não é doença. As pessoas não se preparam para o envelhecimento, não percebem que elas estão envelhecendo e que isso é um processo. Todo esse contexto traz muito dos preconceitos que o idoso vive na pele”.

A professora Vanessa Dalla Déa também afirmou que as vivências sociais, psicológicas e fisiológicas influem no processo de envelhecimento. Para ela, cada pessoa passa por esse momento de um modo diferente. “O que faz diferença é o estilo de vida.  É ele quem que vai influencia na saúde e no bem-estar dos indivíduos”, defendeu. Para exemplificar, Déa lembrou sobre o grupo de idosos que fazem hidroginástica na FEFD. Segundo ela, muitos do grupo afirmaram que aumentaram o ciclo de relacionamentos e a autoestima. "Os benefícios não são apenas os físicos promovidos pelo exercício, mas o fato de saírem de casa e conviverem com outras pessoas melhora a ânimo dessas pessoas", disse.

A subcoordenadora Marilene Gonçalves apresentou outro dado:"daqui 30 anos, 25 % da população terá mais que 60 anos". Segundo ela, a categoria idoso é socialmente construída e não é socialmente aceita como algo natural. “Nós temos o velho como problema, como doença e como um custo social”, afirmou.

 

Marilena Gonçalves aproveitou o momento e anunciou o lançamento do blog Saúde da Pessoa idosa

 

 


 

Fonte : Ascom UFG

Categorias : Mesa-redonda envelhecimento Última hora

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