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Mesa-redonda explica função dos Conselhos dos Idosos em Goiás

Por Wanessa Olímpio. Criada em 28/09/15 17:29. Atualizada em 28/09/15 18:45.

Presidentes dos colegiados Estadual e Municipal apresentaram dificuldades para a promoção da cidadania entre os idosos

Texto: Wanessa Olímpio
Foto: Adriana Silva

Mesa-redonda: As pessoas idosas e suas representações – Os Conselhos dos Idosos, realizada na tarde desta segunda-feira (28/9), no Miniauditório Luiz Palacín da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da UFG, Câmpus Samambaia, integra a programação do primeiro Seminário sobre Envelhecimento Social. Na ocasião, as presidentes dos Conselhos dos Idosos Municipal e Estadual, Marli Bueno e Eline Maranhão, respectivamente, debateram as dificuldades encontradas na promoção da cidadania entre a terceira idade.

Eline Maranhão explicou o funcionamento do Conselho Estadual do Idoso, que é vinculado à Secretaria de Estado de Cidadania e Trabalho e tem caráter deliberativo. "Representantes do Poder Público e de entidades não governamentais se reúnem, entre outras coisas, para propor e formular políticas públicas que garantam a cidadania da pessoa idosa. No entanto, para propormos alguma coisa, é necessário termos o diagnóstico da realidade do idoso e suas demandas e isso nem sempre é possível. Em Goiás, dos 246 municípios, menos de 100 têm conselhos municipais. Esse fato dificulta nosso trabalho", afirmou. Segundo ela, para que esse quadro seja revertido, as instituições precisam de mais estrutura e atenção do poder público.

Controle social e efetividade das Políticas Públicas no Conselho dos Idosos foram debatidos em mesa-redonda

Marli Bueno destacou a existência de cinco políticas públicas que deveriam atender às demandas sociais dos idosos: Saúde, Assistência Social, Trabalho, Educação, Previdência Social e Esporte, Turismo, Lazer. No entanto, para ela, as políticas existentes ainda não  conseguem atender às reais necessidades dos idosos. "Apesar dos Conselhos terem poder de fiscalização, muito precisa ser feito". Para exemplificar as carências encontradas na área da Educação, a presidente apresentou dados de uma pesquisa do Instituto Mauro Borges (2014). Segundo as informações, 73% da população idosa em Goiás não tem mais do que quatro anos de estudo. "Além desse dado alarmante, detectamos ainda a necessidade de educação continuada e inclusão digital como uma forma de emancipação e de socialização dos idosos". disse.

Fonte : Ascom UFG

Categorias : Conselhos dos Idosos envelhecimento Políticas Públicas Última hora

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