Hariel Revignet (Foto: Nutyelly Cena)

Egressa da UFG participa da exposição do 7º Prêmio EDP nas Artes

Em 13/11/20 11:19. Atualizada em 13/11/20 11:27.

Hariel Revignet é ex-estudante da Faculdade de Artes Visuais e compõe a mostra que reúne 10 artistas selecionados entre 456 inscritos

Abandji, de Hariel Revignet (Foto: Instituto Tomie Ohtake)
Hariel Revignet participa da exposição com a obra Abandji (Foto: Insituto Tomie Ohtake)

 

A artista visual e performer Hariel Revignet é uma entre os 10 artistas selecionados pelo Instituto Tomie Ohtake e a EDP (Energias do Brasil), com o apoio do Instituto EDP, para participar da exposição vinculada ao 7º Prêmio EDP nas Artes. A egressa do curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal da UFG (FAV/UFG), concorreu com 456 inscritos, provenientes de 21 Estados brasileiros e do Distrito Federal com a obra Abandji. A exposição segue até 10 de janeiro de 2021, das 12h às 17h, no Instituto Tomie Ohtake.  

De acordo com informações da artista para os organizadores do prêmio, Hariel nasceu em Goiânia, em 1995, é de origem brasileira-gabonesa e integra o coletivo Nacional Trovoa. Ela realiza pesquisas artísticas autobiogeográficas a partir do feminismo negro com o foco decolonial afro-diaspórico-ameríndio. Criadora do conceito Axétetura, que manifesta intersecções entre o social, político, ancestral e arte onírica. Perpassa pintura, poesia, colagens, auto-registros, performances como formas de construir tempos-espaços para cura de corpos astrais. Entre as exposições nacionais e internacionais das quais participou estão as coletivas "Construção" na galeria Mendes Wood DM (São Paulo, 2020) e "Abre Alas 15" na galeria A Gentil Carioca (Rio de Janeiro, 2019).

Sobre o 7º Prêmio EDP nas Artes

Realizado desde 2009, o Prêmio EDP nas Artes busca mapear e promover a produção de jovens artistas contemporâneos brasileiros, com idades entre 18 e 29 anos. Em um país grande e diverso como o Brasil, parte considerável da produção artística brasileira conhecida acaba se restringindo aos polos de concentração econômica, de modo que uma gama ampla de jovens e promissores artistas de outras regiões do país se mantém incógnita ou tendo circulação muito restrita.

Os dez artistas selecionados são acompanhados pelo júri por meio de visitas e conversas, visando o enriquecimento e o aperfeiçoamento de suas pesquisas e práticas. Os artistas selecionados também participam de uma exposição coletiva no Instituto Tomie Ohtake e do catálogo da mostra. Entre os selecionados, três serão premiados com residências internacionais, oportunidade que pretende contribuir para a sua formação como artistas. Os três artistas premiados de 2020 são Érica Storer de Araújo (Curitiba/PR), Felipe Rezende (Salvador/BA) e Talles Lopes (Anápolis/GO).

 

 

Fonte: Secom UFG, com informações de Hariel Revignet e Instituto Tomie Ohtake 

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