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Graduação em musicoterapia da EMAC comemora 20 anos

Criada em 10/05/19 10:42. Atualizada em 10/05/19 17:19.

Professoras da área de musicoterapia apresentam marca comemorativa que celebra os 20 anos de existência do curso

Texto e fotos: Fabrícia Vilarinho/EMAC

 

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O curso de graduação em Musicoterapia da Escola de Música e Artes Cênicas (EMAC) da UFG completa vinte anos de fundação em 2019. Iniciando as comemorações que preveem atrações inseridas no Festival Internacional de Música da EMAC, a ser realizado de 13 a 19 de outubro, foi lançada na última reunião do Conselho Diretor da Escola, 6/5, uma marca criada especialmente para celebrar duas décadas da graduação em musicoterapia na UFG.

A professora Fernanda Valentin, que assumiu a coordenação do curso de musicoterapia em janeiro deste ano, comemorou as conquistas de sua área de atuação na universidade: “O curso de graduação em musicoterapia da UFG recebeu nota cinco, conceito máximo do Ministério da Educação (MEC), comprovando que oferecemos aos alunos uma boa infraestrutura e corpo docente especializado”.

No atual contexto político, que ameaça a educação superior com corte de verbas, é fundamental celebrar as realizações desses vinte anos de história do curso na UFG: “Queríamos uma marca que lembrasse a união, o trabalho conjunto, pois o curso de musicoterapia é resultado da coletividade. Os numerais no desenho fazem alusão a pessoas em ação de cooperação, e as notas musicais indicam a centralidade da música na formação e atuação do musicoterapeuta”, explica a coordenadora Fernanda.

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A coordenadora do curso, Fernanda Valentin, na reunião do Conselho Diretor da EMAC

 

Histórico

O curso da EMAC/UFG detém o pioneirismo de ser o primeiro da área oferecido por uma universidade pública federal no Brasil. Anteriormente, de acordo com um estudo realizado pela professora Cláudia Zanini, a área de musicoterapia era contemplada apenas por meio de pós-graduações, sendo a primeira turma em Goiás oferecida em 1995. Em 1998, uma comissão presidida pela professora Leomara Craveiro de Sá elaborou um projeto para implantação da graduação em musicoterapia na UFG. O projeto foi aprovado em todas as instâncias da instituição, iniciando em 1999 a primeira turma do curso na EMAC/UFG.
Atualmente, a área de musicoterapia conta com três laboratórios que, além de promoverem conteúdo prático aos alunos do curso, produzem pesquisas e atendem a comunidade de forma gratuita em diversas ações musicoterapêuticas voltadas para a promoção da saúde.

A maioria das disciplinas da graduação em musicoterapia da UFG são oferecidas pela EMAC, já que a a área de música é basilar na estrutura curricular do curso. Como a formação do acadêmico em musicoterapia é interdisciplinar, outras unidades como Faculdade de Medicina (FM), Faculdade de Enfermagem (FEN), Instituto de Ciências Biológicas (ICB), Faculdade de Educação (FE) e Faculdade de Educação Física e Dança (FEFD), também oferecem disciplinas que integram a vivência acadêmica do estudante de musicoterapia.

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O coordenador do curso, Eduardo Meirinhos, na reunião do Conselho Diretor da EMAC

 

Inclusão do curso de Musicoterapia no SiSU

Na reunião do Conselho Diretor da EMAC, as professoras Cláudia Zanini, Tereza Raquel Alcântara, Eliamar Fleury, Sandra Rocha e Fernanda Valentin apresentaram aos conselheiros uma proposta de ingresso do curso de musicoterapia no Sistema de Seleção Unificada (SiSU) do MEC. Com a proposta, aprovada por unanimidade no Conselho, não é mais obrigatório aos candidatos de musicoterapia a realização da prova de verificação de habilidades e conhecimentos específicos (VHCE). O próximo passo para a inclusão da musicoterapia no Sisu será o encaminhamento da resolução do Conselho Deliberativo da EMAC aos departamentos responsáveis da UFG que informarão ao MEC, sendo possível a disponibilização do curso no Sisu.
A proposta de inserção da musicoterapia no Sisu segue a experiência de outros cursos da UFG que retiraram o VHCE como exigência aos ingressantes, como foi realizado com os cursos de teatro e arquitetura e urbanismo, por exemplo. Contudo, apesar de não ter mais a exigência de conhecimento musical para ingressar na graduação em musicoterapia, é sugerido ao candidato ter familiaridade com a linguagem musical.

 

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Laboratório Pedagógico de Musicoterapia da EMAC/UFG

Fonte: Fabrícia Vilarinho/EMAC

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