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PRPI inicia ciclo de diálogos sobre pesquisa e inovação

Criada em 29/03/19 18:27. Atualizada em 29/03/19 18:31.

A palestra de abertura foi ministrada pelo reitor da UFG, Edward Madureira Brasil

Texto: Beatriz de Oliveira

Fotos: Fabrício Vera

 

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI) começou ontem, dia 28 de março, as atividades do Programa Diálogos em Pesquisa e Inovação de 2019. A palestra inicial foi proferida pelo reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Edward Madureira Brasil, e teve como tema “Pesquisa, Tecnologia e Inovação” na UFG. O evento ocorreu no Auditório da Biblioteca Central no Câmpus Samambaia, e estavam presentes o Pró-Reitor de Pesquisa e Inovação, Jesiel Freitas Carvalho, a Pró-Reitora Adjunta de Pesquisa e Inovação, professora Helena Carasek Cascudo, a diretora de pesquisa, professora Rejane Faria Ribeiro Rotta, o diretor adjunto do Parque Tecnológico Samambaia e Márcia Regina Araújo, do setor de comunicação da PRPI.

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Com o auditório cheio, a apresentação foi feita pelo pró-reitor Jesiel Carvalho, que inaugurou o ciclo de palestras e convidou os presentes a enviarem sugestões de tópicos e temas para o programa. Ele então anunciou o professor Edward Madureira, e destacou que, em sua primeira gestão, ele foi o responsável pela maior transformação da UFG, que dobrou de tamanho, tanto estruturalmente quanto no número de pessoas.

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O reitor iniciou sua fala falando sobre a situação política que envolve as universidades brasileiras no momento: “Vemos uma nítida campanha de desconstrução da Universidade. Do que ela representa, do que ela faz, do que ela transforma na vida das pessoas. Questionamento em relação ao custo da Universidade e à qualidade do que é feito nela”. Ele afirmou que o conjunto das Universidades Federais e dos Institutos Federais é o maior patrimônio que existe no país, não só pela formação mas também pelas demais atribuições que a Universidade tem e que ela desempenha com excelência.

Ele elencou duas razões para a existência do discurso de que a universidade não vai até a sociedade e está em uma torre de marfim: a inserção tardia da educação superior no Brasil (nenhuma universidade do país tem 100 anos de existência) e a industrialização do país que foi feita apartada da academia. Ele explicou que essa não é a realidade das universidades públicas do país, e que ela é um grande agente de desenvolvimento do Estado, e o conjunto de universidades é um grande agente de desenvolvimento do país. Ele acrescentou que a iniciação científica é fundamental, pois é nela que são preparados os cientistas que mudarão o país.

Ele apresentou então alguns números da UFG, mencionando o grande crescimento da universidade nos últimos 12 anos, fruto de uma política de governo que incentivou a ampliação da Universidade, tanto em seu tamanho e na quantidade de servidores quanto nas oportunidades dadas aos estudantes. Em relação à produção científica da UFG, o número de artigos publicados aumentou 10x: de 333 em 2007 para 3.414 em 2018. Em relação aos cursos de pós-graduação, ele disse que a UFG foi a universidade que mais teve novos programas em 2018. Em relação à inovação e tecnologia, o reitor deu destaque ao Parque Tecnológico Samambaia, e a todos os laboratórios existentes na Universidade.

Fonte: Secom/UFG

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