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INF vence competição internacional de Inteligência Artificial

Por Caroline Pires. Criada em 06/12/17 10:42. Atualizada em 11/12/17 16:35.

Em parceria com a Universidade Federal de São Paulo, equipe obteve  Lugar entre equipes universitárias e 3º Lugar geral da competição de Inteligência Artificial em saúde

Equipe de pesquisadores do Instituto de Informática da UFG, em parceria com o departamento de Medicina da Universidade Federal de São Paulo conquistaram no último dia 27 de novembro  Lugar entre equipes universitárias e 3º Lugar geral da competição de Inteligência Artificial em saúde, promovida pela Sociedade Americana de Radiologia. A equipe ficou a frente de universidades mundialmente conhecidas, como Stanford e Columbia. 

O desafio tinha como objetivo o desenvolvimento de uma inteligência artificial que recebesse uma radiografia da mão esquerda e realizasse a estimação da idade óssea do paciente. A idade óssea descreve o grau de maturação dos ossos de uma pessoa, desde o feto até o início da vida adulta. A solução da equipe brasileira atingiu um erro médio de apenas 4 meses e 11 dias (o erro médio do primeiro colocado foi de 4 meses e 8 dias) em relação ao gabarito oficial da organização.  

De acordo com o professor Anderson Soares, coordenador do grupo de pesquisa Deep Learning Brasil sediado na UFG, o resultado simboliza o esforço das universidades em prover a formação em nível de excelência internacional aos profissionais em formação, que eventualmente irão atuar em desenvolvimento de Inteligência Artificial, uma área considerada estratégica para qualquer negócio nos próximos anos.


Inteligência artificial em saúde

Segundo o professor, os avanços dos últimos quatro anos na inteligência artificial abriram novas possibilidades principalmente no setor de saúde. "A inteligência artificial pode ajudar a prevenir doenças, analisar relatórios médicos ou resultados de exames. Existem soluções que permitem, por exemplo, detectar com precisão doenças como a diabetes tipo 2 e insuficiências cardíacas", completou o professor.

No início do ano de 2017 o FDA, órgão americano responsável pela regulação de uso de técnicas em saúde nos estados unidos aprovou a primeira técnica de análise de exames que faz uso de uma inteligência artificial para diagnóstico. Anderson Soares ressalta que uma das razões do rápido avanço da inteligência artificial é um tipo de técnica denominada Deep Learning capaz de aprender padrões a partir de grandes volumes de dados.

Fonte : Ascom/UFG

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