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Boletim Econômico

Há um processo de recuperação econômica em curso no estado

Por Angélica Queiroz. Criada em 21/11/17 10:32. Atualizada em 21/11/17 10:35.

Boletim de Conjuntura Econômica de Goiás - nº 91, novembro de 2017 - Curso de Ciências Econômicas da UFG

A inflação de 2,70% nos últimos 12 meses, dentro da meta de 4,5% para o ano de 2017 (medida pelo IPCA, do IBGE), continua abrindo espaço para que o Banco Central reduza a taxa básica de juros da economia brasileira. No campo político, ainda que novas denúncias continuem a surgir aqui e ali (vide a que atingiu a cúpula do PMDB do Rio de Janeiro), parece haver expectativas de que o ambiente será menos turbulento do que já esteve.

Quando os indicadores da economia goiana são comparados aos do ano anterior, ainda não se pode afirmar com muita convicção que o rumo tomado em 2017 é o do crescimento. Mas os resultados mês a mês deste ano nos permitem tomar mais riscos e afirmar que há um processo de recuperação econômica em curso no estado. Dos nove resultados divulgados pelo IBGE para os setores de comércio e serviços em 2017, seis são positivos para ambos os setores na comparação com o mês imediatamente anterior.

Os sinais emitidos pela indústria de Goiás são ainda mais claros do que os do comércio e do setor de serviços. Tanto na comparação com o mês anterior quanto na relação com o mesmo mês do ano passado, só houve um resultado negativo neste ano (o do mês de abril).

A indústria goiana era responsável por 12,6% dos empregos no estado de Goiás no 3º trimestre de 2016 e agora (no 3º trimestre de 2017) passou a 13,5% do total. Outros setores, como a construção, a administração pública, defesa educação e saúde pública perderam participação no total dos empregos no estado.

Porém, os dados gerais capturados pela PNAD Continua do IBGE apontam para uma melhora importante do mercado de trabalho goiano. A taxa de desemprego caiu no 3º trimestre na comparação com o segundo trimestre de 2017 e houve queda na comparação com o mesmo período do ano anterior pela primeira vez depois do prolongado aumento do desemprego iniciado no 1º trimestre de 2015.

Tudo isso aponta para um final de ano mais positivo para a economia goiana. Nossos votos são para que os próximos indicadores confirmem esta expectativa.

Boletim de Conjuntura Econômica de Goiás – N. 91/novembro 2017

Equipe Responsável: Prof. Dr. Edson Roberto Vieira, Prof. Dr. Antonio Marcos de Queiroz, Bruna Ramos Azevedo, Igor Nascimento de Sousa, Larissa Emanuelly Alves dos Santos e Mylena Ribeiro Lima.

Categorias : Última Hora

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