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UFG celebra 50 anos do IPTSP

Por Carolina Melo. Criada em 20/11/17 13:22. Atualizada em 21/11/17 09:04.

Evento fez o resgate da memória histórica do Instituto

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Texto: Carolina Melo

Fotos: Ana Fortunato

Música, poesia, arte e memória. A celebração dos 50 anos do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) ocorreu nessa segunda-feira (20/11) e contou com apresentação musical, recitação de poesia, exposição de artes plásticas e de relíquias do Instituto. A memória histórica da unidade foi resgatada pelo e-book IPTSP: uma história de contribuições no ensino, pesquisa & inovação e extensão, que teve seu pré-lançamento durante o evento.

A diretora do Instituto, Flávia Aparecida de Oliveira, fez uma fala repleta de agradecimentos aos que compõe a história do IPTSP. “Hoje estamos celebrando 50 anos dessa unidade, idealizada pelo professor e médico tropicalista, William Barbosa. Reconheço o brilhantismo de cada um que somou seus talentos e possibilitou florescer o instituto no ensino, pesquisa e extensão”, afirmou. Em homenagem aos fundadores, técnico-administrativos, docentes e estudantes que compõe essa história, a professora fez a leitura da poesia “Parabéns” de Lúcia Helena Galvão.

Compondo a mesa diretiva, a presidente da Fundação de Ampara à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg) e do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), professora Maria Zaira Turch se disse honrada e emocionada por estar presente na celebração do Instituto, que é um parceiro “tão competente e qualificado na pesquisa e na formação de pesquisadores e recursos humanos”. Segundo ela, apesar do atual contexto de pouco investimento na área da Educação, é um alento saber que a luta pela Educação e Ciência é uma causa nobre e cada conquista deve ser celebrada.

O reitor Orlando do Amaral mencionou a referência que o IPTSP se tornou para a Universidade e para outros institutos de pesquisa. “Trata-se de uma unidade que tem uma característica muito particular, pois teve início com um curso de mestrado e não de graduação. Criou desde muito cedo a tradição de fazer pesquisa e gerar publicações, tornando-se um incentivo. Agradeço o exemplo que deram e dão à Universidade”.

O resgate da memória de técnicos, professores e acadêmicos que contribuíram para construir a unidade foi celebrado no pré-lançamento do e-book IPTSP: uma história de contribuições no ensino, pesquisa & inovação e extensão, apresentado pela professora Divina de Paula Cardoso. “O memorial foi cavado a partir de nossos registros e por meio de nossas memórias, que trouxemos à tona por meio desse livro”, disse. Conforme apresentou a professora, o documento resgata a idealização do Instituto no início da década de 1960, sua consolidação com a construção de uma sede própria na década de 1980 e o desenvolvimento até sua fase atual.

A celebração contou ainda com a participação na mesa diretiva da superintendente de Vigilância em Saúde, Fluvia Amorim, representando a Secretária Municipal de Saúde; da vice-diretora do IPTSP, professora Adelair Helena dos Santos; da coordenadora de Pesquisa do IPTSP, professora Fabíola Fiaccadori; coordenadora de Extensão do Instituto, professora Marina Pacheco Miguel; e do presidente do C.A de Biotecnologia, Rafael Moraes.

Na abertura do evento, os músicos e alunos da Escola de Música e Artes Cênicas (Emac), Frankllin Silva e Adriano Assis, fizeram uma apresentação em um duo de violões e os participantes também puderam apreciar uma exposição de poesias, de artes plásticas e de relíquias do IPTSP no saguão do Centro de Aulas D.

Fonte : Ascom/UFG

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